31 August, 2008
30 August, 2008
Ulisses

A Luvaria Ulisses foi fundada em 1925 por Joaquim Rodrigues Simões, homem empreendedor e profundo conhecedor dos hábitos dos lisboetas, que ao integrar o executivo camarário de Lisboa entre 1919 e 1923, requereu autorização ao Governo para construir estabelecimentos comerciais na parte ainda desaproveitada da Muralha do Carmo. Reservando para si o espaço respeitante ao nº 87-A, logo visionou um estabelecimento, que apesar das suas reduzidas dimensões, fosse uma referência para esta cidade, tal como ULISSES mitológico.
Assim nasceu a ULISSES. Inserida no Chiado, a mais nobre área comercial de Lisboa. Idealizada para servir a sociedade mais exigente da época, demarcou-se desde então com um produto de alta qualidade, com um design próprio e inovador, resultado da criação de uma oficina exclusivamente destinada à manufactura das luvas que comercializava, sendo dessa forma possível controlar a qualidade, quer das matérias primas quer do processo de fabricação.
A decoração da loja, que permanece intacta desde a sua fundação, é constituída por móveis de inspiração império, que se coadunam harmoniosamente com a fachada neoclássica.
A Luvaria Ulisses, última casa em Portugal com venda exclusiva de luvas, que desde os primeiros tempos teve como clientes a elite política, cultural e artística da cidade, mantém-se nos nossos dias fiel aos princípios que a nortearam.
A produção conta com uma equipa de profissionais altamente qualificados, mantendo-se todos os processos de fabricação inalterados, sendo a componente artesanal predominante. As diversas pelarias são de primeira qualidade, fruto de uma permanente pesquisa do que de melhor se nos oferece a nível mundial, o design distingue-se entre o clássico e o sport wear, indo ao encontro das exigências da nova geração.
28 August, 2008
26 August, 2008
25 August, 2008
23 August, 2008
Ras Tafari
Haile Selassie (Tafari Makonnen ou Ras Tafari), foi imperador cristão etíope (Ejersa Goro, Etiópia, 23 de julho de 1892 – Adis Abeba, Etiópia, 27 de agosto de 1975). Seu pai, o Ras Makonnen, era governador da província de Harar, e sua mãe, Yeshimebet Ali, morreu pouco depois de seu nascimento, em 1894. Para os adeptos da filosofia Rastafári é considerado como Jah (Deus),porém o próprio Imperador Haile Selassie jamais afirmou isso,ficou pertubado quando esteve pela primeira vez na Jamaica e contemplou essa manifestação vinda dos rastas locais,que extasiados cantavam em hinos em seu louvor.
Nascido Tafari Makonnen, casou-se em 1911 com Wayzaro Menen, filha do imperador Menelik II, assim tornando-se príncipe, ou Ras, em amárico. Tafari significa, por sua vez, indomável. O neto de Menelik II, Lij Iyasu (Iyasu V), tornou-se imperador em 1913, mas foi deposto por uma assembléia de nobres, em conjunto com a Igreja Ortodoxa Etíope, por suspeita de ter se convertido ao islamismo. Assumiu Zewditu, também filha de Menelik II, que morreria em 1930. Mesmo antes da morte de Zewditu, Ras Tafari já havia assumido a regência da Etiópia (em 1917), e foi investido como rei (negus) em 1928. Finalmente, em 2 de abril de 1930, a imperatriz morreu, e em 2 de novembro do mesmo ano Ras Tafari tornou-se o 225º imperador na dinastia que remontava, segunda a crença, ao Rei Salomão e a Rainha de Sabá. Novamente muda de nome, para Haile Selassie (que significa O Poder da Divina Trinidade) ou, na forma completa, Sua Majestade Imperial, Imperador Haile Selassie, Eleito de Deus, Rei dos Reis, Senhor dos Senhores, Leão Conquistador da Tribo de Judá.
Uma opinião que une os rastafáris é que Haile Selassie é a encarnação do chamado Jah (Deus) na Terra, e o Messias Negro que irá liderar os povos de origem africana a uma terra prometida de emancipação e justiça divina. Porém algumas correntes rastafáris não acreditam nisso literalmente. Parte porque seus títulos, como Rei do Reis, Senhor dos Senhores e Leão Conquistador da tribo de Judá, apesar de se encaixarem com aqueles mencionados no livro de Judá, também foram dados, de acordo com a tradição etíope, a todos os chamados imperadores salomônicos desde 980 a.C., mas Selassiê foi o único que recebeu, evidentemente, todos os títulos, incluindo os mais sagrados como Supremo Defensor da Fé e Poder da Santíssima Trindade. Haile Selassie era, de acordo com algumas tradições, o ducentésimo vigésimo quinto na linha de imperadores etíopes descendentes do bíblico Rei Salomão e a Rainha de Sabá.Rastas chamam Selassiê de Jah ou Jah Rastafari, e acreditam haver uma grande força nestes nomes. Eles autoproclamam-se rastafári para expressar a relação pessoal que cada rasta tem com Selassiê I.
Rastas gostam de usar o número ordinal com o nome Hailê Selassiê I, com o número romano dinástico significando o primeiro deliberadamente pronunciado como a letra I - novamente como signicado da relação pessoal com Deus. Eles também o chamam de H.I.M., sigla em inglês para "Sua Majestade Imperial" (His Imperial Majesty). Isso tudo reflete unidade, tendo em consideração que muitas das expressões rastas começam com "I", como I-Ration e I and I.
Quando Haile Selassie I morreu em 1975, sua morte não foi aceite por alguns rastafáris que não podiam aceitar que o Deus encarnado poderia morrer. Muitos acreditam que a morte de Selassie foi um engodo, e que ele voltaria para libertar seus seguidores. Os rastas atualmente consideram este parcial preenchimento de profecia encontrado no apocalíptico trecho de Esdras 2 7:28. Uma história anónima da fé rastafari aponta para Debre Damo, um dos três antigos Príncipes das Montanhas. Ele acredita que depois Derg ordenou sua execução, os leais da guarda imperial trabalhando como agentes duplos usaram hipotermia induzida para fazer Selassie aparecer morto. Ele e os remanescentes leais da Guarda Imperial foram contrabandeados para assegurar o significado da estrada de ferro subterrânea. Eles agora caem em êxtase em um quarto secreto debaixo do monastério até o dia do julgamento, no qual eles serão automaticamente reanimados e totalmente revelados (11:19-21), assim como a Arca que está na Etiópia irá surgir. Isto deve ocorrer apenas depois dos idosos libertarem o povo da Jamaica, pois Selassie, em 1966, disse que a repatriação e revelação só ocorreriam após a Jamaica ser libertada pelos Rastafaris.
Quando Haile Selassie I morreu em 1975, sua morte não foi aceite por alguns rastafáris que não podiam aceitar que o Deus encarnado poderia morrer. Muitos acreditam que a morte de Selassie foi um engodo, e que ele voltaria para libertar seus seguidores. Os rastas atualmente consideram este parcial preenchimento de profecia encontrado no apocalíptico trecho de Esdras 2 7:28. Uma história anónima da fé rastafari aponta para Debre Damo, um dos três antigos Príncipes das Montanhas. Ele acredita que depois Derg ordenou sua execução, os leais da guarda imperial trabalhando como agentes duplos usaram hipotermia induzida para fazer Selassie aparecer morto. Ele e os remanescentes leais da Guarda Imperial foram contrabandeados para assegurar o significado da estrada de ferro subterrânea. Eles agora caem em êxtase em um quarto secreto debaixo do monastério até o dia do julgamento, no qual eles serão automaticamente reanimados e totalmente revelados (11:19-21), assim como a Arca que está na Etiópia irá surgir. Isto deve ocorrer apenas depois dos idosos libertarem o povo da Jamaica, pois Selassie, em 1966, disse que a repatriação e revelação só ocorreriam após a Jamaica ser libertada pelos Rastafaris.


Subscribe to:
Posts (Atom)













































